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Meu primeiro blog foi feito em 2006. Nele coloquei meus textos, atingindo mais de mil postagens. www.isabelcsvargas.blogspot.com PENSAMENTOS DISPERSOS A seguir fiz os seguintes blogs: http://www.icsvargas3.blogspot.com.br/ PEDAÇOS DE MIM http://isabelcsv.blogspot.com.br/ PRÊMIOS, DIPLOMAS E CERTIFICADOS http://isabelcsv2.blogspot.com.br/ ACRÓSTICOS http://isabelcsv3.blogspot.com.br/ SEGUINDO EM FRENTE. Estes três últimos em 2015.
terça-feira, 28 de junho de 2016
MEU TEXTO NO SUPLEMENTO DE JUNHO DA REVISTA EISFLUÊNCIAS /SOBRE NAMORADOS
SUPLEMENTO DE JUNHO DA REVISTA EISFLUÊNCIAS/ JUNINO E NAMORADOS
SUPLEMENTO JUNINO E DIA DOS NAMORADOS - Junho/2016
Para Ler a Revista clicar em:
TEXTO 131/2016 CONFISSÃO INTERIOR (CONTO)
CONFISSÃO
INTERIOR
Percival nasceu próximo ao mar. Vivia com a
família em uma pequena vila entre a cidade e o mar. Pobre desde o berço. A mãe
não tinha estudado. Mal sabia escrever seu nome. O pai cedo abandonou a
família, o que fez com que todos fossem trabalhar desde pequenos, ele, a irmã
mais velha e o irmão mais novo.
Esta
situação gerou revolta, o que o tornou uma pessoa muito amarga, contestadora e
briguenta. O fato de colocar dinheiro em casa para o sustento de todos, o fazia
pensar que não devia satisfação a ninguém. Cedo abandonou a escola. Fazia de
tudo que surgia para ganhar algum dinheiro com o intuito de ajudar Dona Judite
e os irmãos.
Pescaria era
um de seus entretenimentos. O outro era o futebol. Ambos favoritos.
Adorava ir
pescar no mar, na lagoa. Quando os pescadores o convidavam para sair de barco,
nem pensava duas vezes.
Viveu a
infância e a adolescência entre essas duas atividades enquanto não estava
trabalhando na mercearia fazendo pacotes, entregando recados, colhendo flores
para vender na missa de domingo ou nas ocasiões festivas.
Lá pelos
seus dezoito anos conheceu Amarílis, uma linda jovem morena que logo tomou
conta de seu coração.
Como não
tinha emprego fixo foi tentar a sorte no clube de futebol da cidade.
Como tinha certa habilidade ali ficou contratado o que lhe
rendia um salário. Casou-se com Amarílis e teve dois filhos. Assim viveram
durante uns cinco anos até machucar-se seriamente, tendo que parar de jogar
futebol.
Sem emprego
caiu na bebida, sem se importar com a esposa que sofria e com os meninos.
Restava-lhe
a outra paixão para desafogar as mágoas. Em todos os momentos que podia pegar o
barco de seus companheiros de infância, o fazia e ficava ao mar durante horas a
fio e, também, a beber. Por vários meses assim ficou, vivendo á margem,
desgostoso com tudo, sentindo-se injustiçado. Não percebia o que tinha de mais
valioso, sua família.
Em meio à solidão em um dos momentos que
estava embarcado, sob o efeito da cachaça que não abandonava , sonhou com a
esposa, jovem formosa, delicada que vinha cobrar-lhe uma atitude diferente,
para o bem de ambos e dos filhos. Em seu sonho que virava pesadelo ela o
interpelava e dizia-lhe que iria abandoná-lo e a seguir desaparecia, assim como
aparecera, envolta em uma nuvem azul espiral.
Apavorado
com a situação ele via-se no mais profundo desespero e confessava a ela todo
seu amor.
Era uma confissão intensa, silenciosa,
saída do mais profundo de seu ser, desesperado pela força de seu amor.
Depois de
acordar e sair do torpor que se encontrava, percebeu que deveria dar outro rumo
em sua vida para não perder de vez o controle da situação e perder a esposa.
Decidiu
procurá-la, abrir seu coração e tentar colocar no caminho certo o barco de sua
vida.
Isabel C S Vargas
Pelotas/RS/Brasil
24.06.2016
quarta-feira, 22 de junho de 2016
OS CONFRADES DAS POESIA MAIO/JUNHO BOLETIM 76/LEMBRANÇAS
LEMBRANÇAS
As lembranças povoam a mente
De todo ser humano vivo e sadio.
Há quem só lembre de coisas boas
E procurem deixar as ruins no passado.
Esta é uma forma sábia de viver
Para não reavivar dores e ressentimentos ruins.
É saudável lembrar das coisas boas
Para ter sempre um sorriso no rosto.
De minha infância lembro de minha vó,
A matriarca da família
Que chegou aos noventa anos cega
Sem uma queixa ou lamento.
Da adolescência guardo as descobertas
De uma nova forma de viver,
Deixando as bonecas de lado
E buscando um amor para viver.
Ao encontra-lo comecei nova etapa
Que serei grata a Deus, eternamente.
Tive meus quatro filhos
Que serão sempre a razão de meu viver.
Neste outono da vida,
O que mais almejo é viver
Para deixar lembranças boas
No coração de cada um de meus netos.
Isabel C S Vargas - Pelotas/RS/Bras
As lembranças povoam a mente
De todo ser humano vivo e sadio.
Há quem só lembre de coisas boas
E procurem deixar as ruins no passado.
Esta é uma forma sábia de viver
Para não reavivar dores e ressentimentos ruins.
É saudável lembrar das coisas boas
Para ter sempre um sorriso no rosto.
De minha infância lembro de minha vó,
A matriarca da família
Que chegou aos noventa anos cega
Sem uma queixa ou lamento.
Da adolescência guardo as descobertas
De uma nova forma de viver,
Deixando as bonecas de lado
E buscando um amor para viver.
Ao encontra-lo comecei nova etapa
Que serei grata a Deus, eternamente.
Tive meus quatro filhos
Que serão sempre a razão de meu viver.
Neste outono da vida,
O que mais almejo é viver
Para deixar lembranças boas
No coração de cada um de meus netos.
Isabel C S Vargas - Pelotas/RS/Bras
TEXTO 130/2016/ CIRANDA NESSE INSTANTE...
Nesse Instante...
Quando todos foram embora,
Voltei para meu quarto silencioso.
Nesse instante, percebi o ninho vazio.
Poderia chorar, sentir-me só,
Entretanto, tomou conta de mim
Uma sensação de dever cumprido.
Todos voam com suas próprias asas.
Isabel C S Vargas
22.06.2016
MEU TEXTO EM REVISTA EISFLUÊNCIAS JUNHO 2016
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REVISTA eisFLUÊNCIAS DE JUNHO 2016/ 41ªEDIÇÃO/ÍNDICE
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